Mapeamento 360° · Glowy Life Academy · Dossiê executivo · 07 de setembro de 2026
Este documento é a apresentação completa do Mapeamento 360° para a liderança da Glowy. Ele reúne, em uma peça só, o que o método é, como o instrumento foi construído, o que cada um dos vinte produtos entrega, quanto cada um custa e em que mês cada um entra no ar. Tudo que aparece aqui está fechado ou está marcado como aberto, sem meio-termo.
O Mapeamento 360° é um instrumento de autoconhecimento lido por uma pessoa. O relatório não é o produto. O produto é a leitura, conduzida ao vivo por alguém treinado, e o relatório é o insumo dela.
Essa frase parece modesta e é a decisão mais cara do documento. Ela obriga a Glowy a formar gente, supervisionar sessões, escrever protocolo e manter um clube de casos, em vez de vender um PDF que se gera sozinho. Em compensação, ela põe a Glowy num lugar do mercado brasileiro onde praticamente não há ninguém.
| Referência de mercado | Valor confirmado | O que ela entrega |
|---|---|---|
| Relatório DISC avulso (idealDisc) | R$ 144,20 | PDF automático, sem conversa. |
| Devolutiva por áudio de IA via WhatsApp (Maper) | R$ 197,00 | Áudio unidirecional. É o estado da arte brasileiro em voz, e não é conversa. |
| Teste mais devolutiva de 1 hora (Pacto RH) | R$ 385,00 | Uma hora, uma dimensão. |
| Formação DISC de varejo (Escola de Pessoas) | R$ 600,00 | Três horas e meia de aula gravada e um certificado. Sem supervisão. |
| Certificação MBTI Step I e II (Fellipelli) | R$ 8.200,00 | Certificação internacional, sem supervisão de casos reais. |
| CliftonStrengths 34 mais 4 sessões (Ynner) | R$ 9.850,00 | O teto do acompanhamento no Brasil. |
| Assinatura de créditos ilimitados (DISCPro) | R$ 497/mês | Sinal de alerta: está corroendo por baixo a economia de crédito por aplicação da categoria inteira. |
O mercado vende relatório e some. Aqui a devolutiva é o centro, e o relatório existe para ela. É a decisão que cria todas as outras.
Comportamento, tipologia, corpo, valores e potenciais. No Brasil elas vivem em três economias que nunca se encontram: RH, escolas de desenvolvimento e institutos terapêuticos.
Quando os ângulos discordam entre si, não é erro do instrumento. É onde mora a informação, e é o que o facilitador é treinado para ler.
Prontidão para mudar e perspectiva temporal decidem se a pessoa lê o mapa como sentença ou como ponto de partida.
Reich e Lowen não cabem em questionário. É o ângulo mais difícil de ensinar e o mais impossível de copiar.
Nada é adotado sem fonte. Cada bloco do relatório diz de onde veio e até onde alcança.
Antessala traz a pessoa, Masterclass converte, Individual entrega, Jornada aprofunda, Contínuo traz de volta. Cada volta gera uma história e um dado, e os dois alimentam a Antessala do ciclo seguinte.
Formação forma, Licença sustenta, Clube retém, Nível 2 aprofunda, Recertificação calibra, Formadores perpetua. Cada facilitador ativo aumenta a capacidade sem aumentar a hora do fundador.
Todo mapa alimenta a base. A base alimenta o Panorama, a comparação de time e a autoridade da marca. É o único ativo que ninguém compra pronto, e ele começa no primeiro caso do Fundadores.
O que amarra os três. O Protocolo de Devolutiva e o Protocolo de Cuidado. Eles não são produto: são a peça que faz a leitura ser replicável, a formação ter o que ensinar, a licença ter o que licenciar e o dado ter qualidade. Escrever esses dois documentos é o trabalho de maior alavancagem de toda a esteira, porque destrava ao mesmo tempo os produtos 07, 12, 14, 15, 18 e 19.
Preferências de comportamento e de processamento, mais a diferença entre o jeito espontâneo e o jeito que o ambiente pede. É o primeiro reconhecimento da sessão.
Base: Marston · Jung · Cacioppo e Petty
Os valores que orientam a escolha, e as necessidades nutridas ou faltando agora. A dor mora na distância entre as duas coisas.
Base: Schwartz · Deci e Ryan
Os padrões de proteção que já foram funcionais e hoje cobram um preço. O núcleo do método, e o ângulo que entra depois de reconhecimento e confiança construídos.
Base: Freud · Anna Freud · Reich · Lowen · Gross · Neff · Mehling
O que a pessoa espera quando precisa, como lida com atrito, e como se trata quando falha. A relação consigo mesma é a que nenhum instrumento do mercado olha.
Base: Bowlby · Ainsworth · Hazan e Shaver · Rahim · Neff
Domínios de força e de preferência, mais o quanto a pessoa acredita que consegue. Entra cedo por desenho: o verdadeiro e bom antes do verdadeiro e difícil.
Base: Gardner · Peterson e Seligman · Bandura
A relação com passado, presente e futuro, o estágio de prontidão para mudar, e como a pessoa vai ler o próprio mapa: como sentença ou como ponto de partida.
Base: Zimbardo e Boyd · Prochaska e DiClemente · Dweck · Kegan
Ritmo e horários, energia disponível, desgaste e percepção interna. É a percepção que a pessoa tem do próprio corpo, dita por ela, e a ponte natural entre o Mapeamento e a nutrição.
Base: Horne e Ostberg · Roenneberg · Maslach · Ryan e Frederick · Mehling
Fase de vida, eventos recentes, carga, rede de apoio e ambiente. É o primeiro ângulo da sessão porque calibra todos os outros.
Base: Lazarus e Folkman · Edmondson
Presença e busca de sentido, que são duas dimensões distintas e coexistem na mesma pessoa. Fecha a sessão, e é o que faz a devolutiva terminar em direção e não em diagnóstico.
Base: Frankl · Steger · ciência japonesa do ikigai
Voluntário, revogável e sem escore. Não observa fé, nem quanto de fé, nem qual fé: observa se existe uma referência maior, como ela é acionada na dificuldade, e se funciona hoje como sustentação ou como cobrança. Plural para quem crê e para quem não crê.
Base: Frankl · Koenig · Pargament · Steger · McAdams
As travas do Ângulo 10, ditas em voz alta. Ele não gera número, nível nem faixa. O convite acontece no início da sessão e pode ser recusado ou revogado a qualquer momento, e recusar não deixa o mapa incompleto. Nenhum item exige crença: o bloco de sentido roda para todos e o de religiosidade só abre depois que a pessoa declara ter uma referência. O facilitador não introduz a própria tradição, não corrige a teologia de ninguém e não sugere prática, leitura ou comunidade.
E em aplicação corporativa este ângulo não é aplicado, não é oferecido e nenhum dado dele chega à gestão, em nenhuma forma.
O que a pessoa disse sobre ela mesma. É a natureza da maior parte do Mapeamento, e o relatório abre esses blocos dizendo exatamente isso.
Desempenho em tarefa. O Mapeamento não tem itens desta natureza, e por isso nunca afirma medir capacidade.
A condição da janela declarada, tipicamente as últimas quatro semanas. É legítimo que mude, e é isso que a segunda leitura acompanha.
Tendência que se sustenta no tempo. A palavra estimado fica no nome, e traço só é relido em janela de seis meses ou mais.
O que o ambiente impõe e a pessoa não escolheu. Nunca é lido como característica dela, e é o que define o custo real de cada passo do plano.
O que outra pessoa observa. Entra como módulo nomeado quando entrar, e não como a verdade contra a percepção de quem foi mapeado.
Toda pessoa responde ao núcleo, e o núcleo toca os dez ângulos, com o décimo entrando como convite e não como pergunta obrigatória.
Cada ângulo tem um aprofundamento próprio, indicado pela leitura, pelo momento da pessoa ou pelo contexto. O módulo de corpo para quem chega exausto, o de vínculo para quem chega em ruptura.
Os ângulos de estrutura mudam devagar e se reveem pouco. Corpo, contexto e sentido mudam de verdade, e são eles que dão substância à releitura.
| Camada | Itens | Régua de resposta | Natureza do dado |
|---|---|---|---|
| C0 · Como eu me vejo hoje | 10 | Nota de 0 a 10, uma por ângulo | Percepção declarada |
| C1 · Como eu funciono | 20 | Proporção de ocasiões | Traço estimado |
| C2 · Escolha forçada | 24 | A ou B | Traço estimado |
| C3 · Como eu me protejo | 40 | Proporção de ocasiões | Traço estimado |
| C4 · O que me move | 40 | Proporção de escolhas | Percepção declarada |
| C5 · Do que eu sou capaz | 32 | Proporção de ocasiões | Percepção declarada |
| C6 · Corpo | 2 | Proporção de ocasiões | Percepção do próprio corpo |
| C7 · Contexto e restrição | 7 | Proporção de dias, faixas e sim ou não | Contexto e restrição |
| C8 · Convite do Ângulo 10 | 1 | Escolha única | Consentimento |
| C11 · Como eu me relaciono | 12 | Proporção de ocasiões | Percepção declarada |
| C12 · Como eu me movo no tempo | 18 | Proporção de ocasiões | Percepção declarada |
| C13 · Para que serve | 10 | Proporção de ocasiões | Percepção declarada |
| C10 · Velocidade de recuperação | 6 | Proporção de ocasiões | Percepção declarada |
| C9 · Em suas palavras | 3 | Aberta, transcrita e nunca pontuada | Narrativa |
| Validação | 6 | Distribuída no percurso | Controle de resposta |
“Com frequência” e “quase sempre” são praticamente a mesma coisa para quem responde. Duas opções indistinguíveis viram ruído no meio da escala, e ruído no meio é onde mora quase toda a informação de um instrumento.
Das vezes em que isso poderia acontecer, em quantas aconteceu? Nenhuma (0 em 10) · Poucas (1 em 4) · Cerca da metade (5 em 10) · A maioria (3 em 4) · Quase todas (9 em 10). Cada degrau tem um número atrás, e a pessoa não precisa adivinhar o que a palavra quer dizer.
E resolve um segundo problema que não tinha sido nomeado. A oportunidade de um comportamento acontecer varia de item para item: “discordo em reunião” depende de quantas reuniões a pessoa tem. Uma régua de calendário mede o calendário dela, não o comportamento. Proporção de ocasiões normaliza pela oportunidade, e dá ao instrumento inteiro um modelo mental só: comportamento é proporção de ocasiões, valor é proporção de escolhas, contexto é proporção de dias.
| Instrumento | Itens | Validação brasileira | Situação |
|---|---|---|---|
| DUREL | 5 | Taunay e colaboradores, 2012. Licença aberta. | Livre para usar. |
| SRCOPE-14 | 14 | Esperandio e colaboradores, 2018. Uso livre. | Livre para usar. |
| MSPSS-BR | 12 | Gabardo-Martins, Ferreira e Valentini, 2017. Amostra em 26 unidades da federação. | Livre para usar. |
| MLQ | 10 | Damásio e Koller, 2015. Amostra de 3.020 pessoas em 22 estados. | Depende de autorização escrita do autor para uso comercial. Carta redigida e pronta para envio. |
| Eixo 6, três instrumentos | a confirmar | Versões brasileiras a confirmar antes da aplicação. | Em verificação. |
Posições e perguntas. O que apareceu, em linguagem de leitura, com a natureza de cada dado declarada e sem nenhuma conclusão fechada. Ele abre a conversa, não a substitui.
Escores brutos, cruzamentos entre ângulos, alertas de cuidado, índice de completude, índices de validação de resposta, a leitura de proteção como hipótese com campo de confirmação em sessão, e as marcações de “vá devagar aqui”. É o que faz a devolutiva ser conduzida e não improvisada.
Finalidade declarada, quem acessa, prazo de guarda e como pedir exclusão, em português comum e antes da primeira pergunta.
Sem isso não existe segunda leitura nem comparação, e o produto 11 não pode ser oferecido a essa pessoa.
É o que alimenta o Panorama. Opcional de verdade: recusar não muda nada na experiência nem na devolutiva.
A Camada de Proteção, as cinco armaduras. Descende de Reich e Lowen, e Reich descende de Freud: a couraça de caráter é, na origem, um padrão de defesa cristalizado. Isto o método já tinha.
Sistematizada por Anna Freud em 1936. É o que entra agora, como grade de leitura do facilitador, nunca como item e nunca como palavra dita à pessoa. Este era o nível que faltava.
A leitura qualitativa do C×D×P. Isto o método já tinha, e agora tem o elo que liga um ao outro.
Vale como argumento comercial, e é bom que valha: o vocabulário mais poderoso do método é justamente o que nunca é impresso. Ele existe no Dossiê do Facilitador e na Formação Nível 1, e é uma das razões pelas quais a devolutiva não pode ser automatizada nem copiada por quem só tem o relatório.
| Fase | O que existe | A frase permitida na devolutiva | A frase que continua proibida |
|---|---|---|---|
| Fase 0 · agora | Faixas estruturais com âncora comportamental por ângulo, mais a distribuição da própria pessoa: mediana e quartis das 28 medidas comparáveis dela. | “Isto ficou no seu ponto mais alto, 1,2 acima da sua mediana. A faixa se confirma se você conseguir me dar dois episódios recentes.” | Qualquer comparação com outras pessoas, com média, com percentil ou com o normal. |
| Fase 1 · 30 dias | Cortes avaliados por cinco juízes independentes com Coeficiente de Validade de Conteúdo, mais a taxa de reconhecimento acumulando em campo pela ficha de confirmação. | “Esse corte foi revisado por cinco especialistas e, nas sessões que já fizemos, oito em cada dez pessoas nessa faixa se reconheceram nela.” | Chamar isso de norma. Concordância entre juízes é validade de conteúdo, não distribuição populacional. |
| Fase 2 · 90 dias | Primeira distribuição empírica, com a amostra descrita em detalhe, mais reteste em parte dela. | “Numa amostra de X pessoas da nossa base, com este perfil, esse resultado ficou nesta região. É referência provisória e está marcada como provisória.” | Apresentar como base normativa brasileira. Amostra de conveniência de uma base própria não representa a população. |
Quinze pessoas passam pelo Mapeamento completo com devolutiva conduzida pelo Júlio, em troca de acesso privilegiado e do direito de acompanhar a evolução do próprio mapa ao longo do tempo.
O instrumento aplicado a uma pessoa, com devolutiva humana de duas horas e um plano de ação curto que ela leva embora.
A versão para quem decide: mesma profundidade, leitura aplicada a decisão sob pressão, gestão de time e o custo que a armadura cobra na cadeira que a pessoa ocupa.
Ebook mais sete emails que entregam reconhecimento real antes de qualquer venda, sempre em forma de pergunta e nunca de veredito.
Aula ao vivo que constrói a tese das armaduras de proteção e termina com a oferta do Mapeamento, estruturada como manifesto e não como aula de lançamento.
A base operacional do ecossistema: aplicação do instrumento, guarda dos mapas, histórico por pessoa e agenda de devolutivas, sobre software alugado, com o que é proprietário dentro de casa.
Forma quem aplica e devolve o Mapeamento, com supervisão real de casos, licença de uso do instrumento e caminho comercial definido antes da primeira turma.
Doze semanas de acompanhamento depois da devolutiva, com foco declarado em mudança de comportamento concreta e o marco de resultado caindo no ponto em que ele aparece.
Uma sessão de leitura para quem já tem um mapa, seja um Mapeamento antigo ou qualquer relatório de perfil que a pessoa comprou e nunca soube usar.
O presencial de maior público do portfólio, construído em torno da leitura corporal ao vivo, que é a experiência que não cabe em PDF nem em curso gravado.
A assinatura da segunda leitura: remapeamento em ciclo, comparação comentada entre as duas fotos e reconsulta antecipada quando a vida da pessoa muda.
O direito de aplicar o Mapeamento 360° profissionalmente, com acesso à plataforma, ao protocolo, à supervisão e às atualizações do método.
O espaço permanente de quem passou pelo Mapeamento e de quem facilita, nascendo já povoado pelos egressos da Formação e da Jornada.
O segundo grau da formação, para quem já atende com licença ativa: casos complexos, leitura de divergência entre ângulos e condução de situações difíceis.
Supervisão coletiva contínua para facilitadores licenciados, com casos reais discutidos ao vivo e um acervo que cresce todo mês.
O Executivo aplicado a um grupo de líderes da mesma empresa, com leitura individual, trabalho coletivo e cláusula de uso não decisório no contrato.
A leitura de um time inteiro como sistema: onde as armaduras se encaixam, onde se chocam e qual conversa esse time nunca teve.
O aprofundamento no ângulo mais difícil e mais distintivo do método: os arquétipos de proteção lidos no corpo, com supervisão presencial.
O ciclo que mantém a rede calibrada e cria quem forma novos facilitadores sem depender do fundador.
O relatório público anual construído sobre a base acumulada de mapas: como os brasileiros se protegem, o que muda por região, por setor e por momento de vida.
Sair de método escrito para método praticado, com quinze casos reais e um protocolo replicável no papel.
Transformar o método provado em receita, na ordem que gasta menos: primeiro o que já roda, depois o que precisa de preço público.
Deixar de depender exclusivamente das horas do fundador, sem trocar qualidade por escala.
Converter os formados em receita recorrente e transformar o histórico da base em produto.
Levar o método para o comprador corporativo, com a proteção contratual como argumento de venda.
Tirar o método da dependência de uma pessoa e transformar a base acumulada em território.
Uma fase não abre porque a anterior terminou no calendário. Ela abre porque a trava passou. Estas seis são as condições escritas, e cada uma existe porque a auditoria ou as mesas apontaram um jeito específico de a esteira falhar.
| Passagem | A condição | Por que ela existe |
|---|---|---|
| Fase 1 para 2 | Protocolo de Devolutiva e Protocolo de Cuidado escritos, e as quinze devolutivas concluídas. | Abrir preço público sem protocolo é vender uma experiência que muda de facilitador para facilitador. |
| Fase 2 para 3 | Trinta devolutivas reais feitas e o custo da hora de devolutiva medido, não estimado. | Formar facilitador antes de saber o que uma sessão custa é escalar um modelo cuja margem ninguém conhece. |
| Fase 3 para 4 | Razão de supervisão definida em número e cumprida na turma 1. | É a trava mais cara do documento. Quando ela quebra, novas certificações pausam até voltar. |
| Fase 4 para 5 | Contrato corporativo com propriedade do dado e uso não decisório aprovado pelo jurídico. | Sem ele a Glowy assume risco que não precisa assumir, e o líder responde o instrumento com medo. |
| Fase 5 para 6 | Acervo de casos anonimizados com massa suficiente e histórico de qualidade por facilitador no painel. | Nível 2 sem acervo é mais conteúdo. Recertificação sem histórico é carimbo. |
| Antes do Panorama | Número mínimo de casos por recorte declarado por escrito. | Publicar percentual sem n é o erro que destrói autoridade de uma vez só, e não tem correção depois. |
A ressalva que precisa vir antes dos números, e não depois. Estes preços estão ancorados em duas coisas verificáveis: âncoras de mercado confirmadas nas páginas públicas dos concorrentes em setembro de 2026, e as horas humanas declaradas de cada entrega. Eles não estão ancorados em margem apurada, porque o custo real da hora de devolutiva em escala ainda não foi medido. Essa medição acontece durante o Fundadores. Até lá, todo preço aqui é posição de mercado defensável, não resultado de conta de margem, e está sujeito a revisão quando o número real aparecer.
A alternativa real de quem compra o Mapeamento é terapia, coaching executivo ou um MBA curto, não o DISC de R$ 144,20. Comparar-se ao teste barato é aceitar o teto dele.
As duas faixas vazias do mercado brasileiro são o alvo natural. E nenhum produto da esteira encosta no teto (R$ 9.850 no acompanhamento, R$ 8.200 na formação), porque encostar sem histórico é pedir para ser comparado antes de ter prova.
Licença, comunidade e assinatura de releitura são precificadas para serem a escolha óbvia de quem já está dentro. Retenção é mais barata que aquisição, e o preço tem que dizer isso.
Antessala, Masterclass e Panorama público não são receita e não devem virar. Eles são o custo de aquisição da esteira, e é mais barato pagá-lo em conteúdo do que em mídia.
| Escola | O ponto que ela levanta | Resposta do desenho |
|---|---|---|
| Unit economics | Sem custo da hora de devolutiva, a margem do produto 02 é desconhecida. Se uma sessão de duas horas mais preparação e ata custar mais que se imagina, o preço de rede (R$ 1.500) pode ser margem fina. | Aceito. Por isso o preço público só abre no M4, depois de trinta devolutivas medidas, e a revisão está agendada no fim da Fase 1. |
| Valuation | As três premissas mais importantes são: volume de devolutivas por mês, taxa de conversão do gratuito para o pago e retenção da licença após doze meses. Nenhuma tem histórico. | Aceito e declarado. Nenhuma projeção de receita entra neste documento justamente por isso. Preço é posição; projeção sem base seria ficção. |
| Alocação de capital | O produto 06 é custo recorrente sem cotação. Custo sem número é o jeito clássico de uma operação sangrar por baixo enquanto a receita cresce por cima. | Aceito. Três cotações antes do M0, e o teto de gasto mensal definido antes de assinar qualquer contrato. |
| Risco e ciclos | A assinatura de créditos ilimitados a R$ 497 por mês está corroendo a economia de crédito por aplicação da categoria inteira. Se essa erosão continuar, a licença a R$ 397 pode virar cara em dois anos. | Por isso a licença cobra por facilitador ativo e entrega supervisão e clube de casos. O que se defende não é o preço, é o que a assinatura ilimitada não tem como copiar. |
| Inversão | Como esta tabela falha? Falha se a Glowy escalar facilitadores mais rápido do que consegue supervisionar, porque aí o preço premium deixa de ter lastro e o mercado percebe antes da Glowy. | É exatamente a trava da Fase 3 para 4, e é a única do documento que pausa vendas quando quebra. |
| # | Produto | Preço sugerido | Natureza |
|---|---|---|---|
| 01 | Programa Fundadores 360° | Valor cheio declarado R$ 2.500. Condição de fundador R$ 1.250. | Venda |
| 02 | Mapeamento 360° Individual | R$ 1.500 rede · R$ 2.500 mercado | Venda |
| 03 | Mapeamento 360° Executivo | R$ 4.900 online · R$ 6.900 presencial | Venda |
| 04 | Antessala do Mapa | Gratuito | Aquisição |
| 05 | Masterclass “Da Consciência à Transformação” | Gratuita, com janela de oferta ao final | Aquisição |
| 06 | Camada 360° | Centro de custo, não produto. Orçamento a cotar. | Custo |
| 07 | Formação Nível 1 Facilitador 360° | R$ 4.997 · R$ 7.997 | Venda |
| 08 | Jornada 360° | R$ 2.970 grupo · R$ 7.900 individual | Venda |
| 09 | Leitura do Mapa | R$ 597 | Venda |
| 10 | Encontro “Liderança sem Armadura” | R$ 197 lote 1 · R$ 297 lote 2 · R$ 697 VIP | Venda |
| 11 | Mapeamento 360° Contínuo | R$ 1.490 assinatura anual · R$ 890 reingresso avulso | Recorrente |
| 12 | Licença do Instrumento | R$ 397/mês · R$ 3.970/ano | Recorrente |
| 13 | Comunidade 360° | R$ 127/mês, embutida no primeiro ano de quem vem da Formação | Recorrente |
| 14 | Formação Nível 2 Analista 360° | R$ 8.900 · R$ 6.900 com licença ativa | Venda |
| 15 | Clube de Casos | Incluído na licença. Valor destacado de referência: R$ 197/mês. | Recorrente |
| 16 | Programa Corporativo de Liderança | R$ 3.500 por líder + R$ 14.000 pelo módulo coletivo | Venda |
| 17 | Programa Equipe 360° | R$ 1.900 por pessoa + R$ 9.800 pelo dia de trabalho | Venda |
| 18 | Especialização em Leitura Corporal | R$ 12.900 | Venda |
| 19 | Recertificação e Formação de Formadores | R$ 897 recertificação anual · R$ 14.900 trilha de formadores | Venda |
| 20 | Panorama 360° do Brasil | Gratuito · versão setorial R$ 14.800 | Autoridade |
| Variável do ano 1 | Pessimista | Base | Otimista |
|---|---|---|---|
| Devolutivas pagas por mês, a partir do M4 | 4 | 10 | 20 |
| Preço médio por devolutiva (mix rede e mercado) | R$ 1.500 | R$ 1.800 | R$ 2.100 |
| Alunos na turma 1 da Formação | 8 | 15 | 25 |
| Conversão da Formação para licença ativa | 50% | 70% | 85% |
| Licenças ativas ao fim do M12 | 4 | 11 | 21 |
Devolutivas concluídas por mês. Ele é ao mesmo tempo receita, prova de método, insumo do protocolo, matéria-prima do acervo de casos e a única fonte do custo real da hora. Enquanto ele cresce, a esteira inteira anda. Quando ele para, nenhum outro indicador do painel importa.
O segundo, a partir da Fase 3: razão de supervisão. Sessões supervisionadas por facilitador ativo, medida todo mês, com pausa de novas certificações quando quebra.
Dez ângulos, dezessete cruzamentos, oito regras de gramática, seis naturezas de dado, sequência de dez movimentos na sessão e cláusula de irreversibilidade com dez linhas que não voltam atrás.
Duzentos e trinta e um itens escritos por nós, em catorze camadas, com régua de resposta nova, trinta e um itens invertidos, seis de validação e zero dependência de licença de terceiro para operar.
Vinte produtos, com ordem de dependência, trava de cada um e critério de saída de cada fase.
Cláusula de uso não decisório, propriedade do dado, Ângulo 10 fora do corporativo, razão de supervisão como freio de escala e nenhum ganho por recrutar facilitadores.
| Pendência | Por que ela importa | Quem resolve | Até quando |
|---|---|---|---|
| Custo real da hora de devolutiva | É a conta que decide se o modelo fecha. Sem ela, toda projeção de margem é chute, inclusive as faixas de preço deste documento. | Medição durante o Fundadores | Fim da Fase 1 |
| Telas de resultado do aplicativo | As sete telas atuais são anteriores ao desenho da devolutiva: não apresentam os Ângulos 4, 6 e 9, a autoavaliação, as perguntas abertas nem a velocidade de recuperação, e ainda usam forma de radar em dois blocos. São cinquenta e nove itens respondidos sem apresentação. | Reconstrução das telas contra os dez capítulos aprovados | Antes do M0 |
| Amostra da onda de calibração | De quem é a distribuição decide para quem a faixa empírica vale. Amostra só de consultores produz faixa de consultores, e isso precisa estar escrito no relatório. | Júlio define o público | Antes da Fase 2 |
| Os cinco juízes do painel de conteúdo | Os cortes das faixas de leitura precisam sair da mão de uma pessoa só. Dois de dentro e três de fora é a combinação que costuma dar o índice mais crível. | Júlio indica os nomes | Nas próximas três semanas |
| DSQ-40: texto verbatim e permissão comercial | O módulo opcional do produto 03 só existe com os quarenta itens transcritos do apêndice de 2004 e com autorização de uso comercial dos autores brasileiros e do detentor do instrumento original. A permissão registrada no artigo cobre a tradução para pesquisa, e não o uso comercial. | Transcrição e contato com os autores | Antes do M6 |
| Autorização do autor do MLQ | Dez itens do Ângulo 9 dependem dela. Carta redigida em português e inglês, pronta para envio. | Júlio decide se mantém a oferta de dados anonimizados e envia | Esta semana |
| E-mail de exclusão e prazo de retenção | A tela de consentimento não vai ao ar sem os dois campos. | Júlio | Antes do M0 |
| Versões brasileiras dos três instrumentos do Eixo 6 | Aplicar tradução não validada descarta a validação e cria um instrumento novo sem prova. | Verificação de fontes | Antes do M0 |
| Endpoint de resultado | Hoje nenhuma resposta chega à Glowy. Sem isso não existe dossiê do facilitador nem base para o Panorama. | Camada 360° | M0 |
| Cotação da infraestrutura | O produto 06 é o único sem número neste documento, porque a única âncora verificada é uma assinatura de US$ 99 por mês. | Três cotações | Antes do M0 |
| CAC e LTV | Não modelados, e inventar número aqui seria pior que não ter. Só existem depois do primeiro ciclo de venda real. | Fase 2 | Fim da Fase 2 |
| Razão de supervisão em número | É a trava mais cara do documento e ela ainda não tem valor definido. | Júlio, com a mesa | Antes da turma 1 do produto 07 |
1. O Mapeamento 360° não é teste psicológico nem instrumento de diagnóstico clínico. 2. A devolutiva é conduzida por pessoa certificada e nunca automatizada. 3. Nenhum rótulo fechado: sempre espectro. 4. Nada é lido acima da natureza do próprio dado. 5. O Ângulo 10 não gera escore, e recusá-lo não deixa o mapa incompleto. 6. Não existe leitura corporal por aparência. 7. O mapa individual pertence à pessoa, sempre. 8. Nenhum uso decisório em promoção, avaliação ou desligamento. 9. Nenhuma camada de ganho por recrutar facilitadores. 10. Nenhum percentual publicado sem o número de casos ao lado.
Esta é a melhor versão que o conhecimento de hoje permite. O que vai elevá-la não é mais análise: são as devolutivas reais acontecendo, os depoimentos de quem passou, os casos que a rede trouxer e a segunda leitura da coorte fundadora. Cada um desses insumos entra como versão nova de produto, nunca como correção de rota. A esteira nasce completa e melhora com uso, que é como todo produto vivo funciona.